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A contestação é uma arte. 
O jornalismo, uma possibilidade. 
O humor, uma opção. 
A ironia, um jeito. 
A persistência, uma insanidade.

Para quem tem preguiça:

O Estopim é uma revista eletrônica criada em 2011. Nosso conteúdo é produzido por muitas mãos que abraçam o espírito crítico, têm um quê de liberdade literária e buscam uma visão alternativa de quaisquer acontecimentos. Nascemos pela inquietude das nossas mentes e, hoje, atuamos nos moldes da mídia independente e livre. 

 

Nossa atividade editorial se situa nos acontecimentos de Florianópolis e região, sobretudo as pautas e personagens das áreas de política e cultura. Nossas lentes estão focadas nos movimentos sociais e nos artistas locais.

No Estopim, o leitor também encontra diversos pontos de vista que se encontram na proposta de escolher o novo, o diferente. Ser estopiniano é ser naturalmente dotado de certezas até contestáveis, originárias do instinto e da sensibilidade. Escrevemos pelo prazer de suscitar dúvidas, cobranças e escavar insatisfações n’alma do leitor.

Mesmo expondo tantas certezas, o Estopim não tem exatamente uma linha editorial, mas sim uma teia contornada pelo pensamento de seus membros. Então, ressaltamos: este coletivo heterogêneo, romântico, literário e crítico é um tanto parecido nos meios, mas muito diferente nos fins.

O público do Estopim é maioritariamente jovem. Mais de 60% dele têm idade entre 18 e 34 anos, muitos deles com o pensamento crítico proposto pelo nosso coletivo. Em outras palavras, os inimigos deles também são nossos inimigos.

O ano de 2011 marca a origem do Estopim. Até 2013 o coletivo funcionou como um blog, criado por alunos do curso de Jornalismo da Unisul. Depois, publicamos conteúdo somente no Facebook e, neste 2017, cá estamos. Felizmente, os muros da universidade em que nascemos ficaram pra trás e agregamos colaboradores dos mais diversos centros universitários da Grande Florianópolis, dentre eles: Unisul, Estácio de Sá e UFSC, além de profissionais que já atuam no mercado de trabalho.

Manisfesto Estopim:

- É MUITA FORÇA DE LOUCURA - 

Imprensa alternativa. Isto é o que podemos ser. Não se trata de uma escolha, mas daquilo que somos potencialmente. É algo muito fácil para nós, está ao nosso alcance. Não haverá a necessidade de seguirmos um “Manuel” de Redações, não haverá motivo pra ficarmos horas lendo os jornais que aí circulam para aprender como se faz.

 

O Estopim fala do modo que quiser e vejam: não abrindo mão da liberdade, doa a quem doer. Aceite quem aceitar, leia quem quiser ler. Há deboche, humor, crítica e ironia suficientes aqui, para que isso se concretize.

 

A polícia engravatada não precisa temer os possíveis ataques. Não temos porque fazê-lo. Eles têm que nos cumprimentar nos corredores e lutar pela moderação dos nossos textos, sem a inaceitável ideia de que seremos institucionais como eles.

 

Nossos professores e mestres pedem que observemos com olhar crítico o “caos” do entorno. É muito fácil fazermos isso. Mas a princípio, queremos não querer nada, isto é, o plano está dando certo, mas não há um plano. Estamos aqui para expressar algo. Por que não o mistério? Por que não o silêncio? Abrace a ideia quem quiser abraçar.

 

É inevitável que vocês vençam a curiosidade de nos acompanhar. Alertamos ainda que caso você vicie no nosso produto a responsabilidade é inteiramente sua de aguentar em vida, e sem angústias ou choro, as próximas horas sem as nossas dramaticidades.

Outubro de 2013

HISTÓRIA:

Uma breve biografia não autorizada

Senta que lá vem história

Qualquer dia entre março e abril de 2011

 

Um rabino paquistanês se encontra com um indivíduo assaz atucanado no aeroporto Hercílio Luz. Antes de se cumprimentar e conversar num inglês porcamente maravilhoso, um teme a aproximação do outro. Naquele mesmo instante, na Universidade do Sul de Santa Catarina, a professora Rosane Porto recebia em seus aposentos a mais nova turma do curso de Jornalismo. Já muito próxima da loucura, instiga os habitantes da turma a sentir o cheiro da poeira, pisar as solas do sapato na calçada da rua e andar sempre com um bloquinho em mãos.

 

03 de outubro de 2011- A princípio, todos alunos da turma de jornalismo de 2011.1 participariam do projeto de um jornal. O saudoso professor Elóy Simões fragiliza decisões tomadas em grupo e diz a Nícolas, o cabeçudo da coisa toda, para começar com uma turma com cinco, que já bastaria. Nícolas leva a informação a Gessony, eles convidam Bianca, Adilson e Luiz para iniciar a jornada. No quarto da casa branca, em Campinas, Nícolas e Gessony definem o nome da bagaça. Gessony faz todo o primeiro layout do site, enquanto Nícolas balbuciava uma ou outra coisa. Em outras circunstâncias, esta cena se repetiria seis anos depois, no site que vós veem.

 

Primeira semana do Estopim no ar e o pavio estava aceso. Nossas publicações tinham comentários!

 

Comemorações. Futuros promissores. Éramos os melhores do nosso pequeno convívio. E logo, os comentários, que podem ser raros em um blog universitário e iniciante, acabaram assim que chegou o primeiro sábado.

 

27 de outubro 2011- O Estopim é gay. Luiz Cavalcante escreve o texto mais lido da história do blog do Estopim. 4.844 almas leram Homens de salto alto?

 

5 de novembro de 2011- Em uma empreitada ousada, descontente com os problemas que tem, o Estopim resolve chamar mais dois colunistas para ocuparem o sábado e o domingo. Em sua estreia, a atual presidenta afastada, Rafaela Bernardino, explica sobre os Vintes Minutos Transcendentais.

 07 de novembro de 2011- Gessony muda todo o Layout do site para Adilson & Cia. Afinal, só a saudossíma mãe do Adilson (conhecida somente assim) lia, comentava, curtia e se empolgava com a existência do Estopim.

 

13 de novembro de 2011- O Estopim é verde! Leonardo Contin da Costa, que pretende ser presidente também, mas nesse caso do Brasil, estreia com o texto o Silêncio que acabará com as Florestas. Não era nada demais, textinho meia-boca, mas mais tarde Leonardo contribuiria fortemente com a parte política do Estopim.

 

14 de novembro de 2011- O professor Luciano Bitencourt escreve “Liberdade, segurança e microfones em confessionários”. Naquela semana, os estopinianos convidaram uma lista de professores para escrever em seu lugar. Este foi o aviso colocado acima de todas as postagens:

 

Todos os membros da Patota estavam falando abobrinha demais. Diante disso, decidimos folgar e ocupar professores de jornalismo, publicidade, cinema e até de psicologia para escrever abobrinhas por nós. Os resultados desse irresponsável planejamento não foi percebido nem mesmo na edição e cabe ao leitor aplaudir, ou parabenizar o que vem por aí. Sim, certamente, a seleção foi criteriosa. Chamem os bombeiros em caso de incêndio, pois existe ainda mais indivíduos envolvidos nessa balbúrdia denominada Estopim.

 

Além de Luciano Bitencourt, foram convidados os professores: Rosane Porto, Helena Santos Neto, Daniel Izidoro, Elóy Simões, Jaci Golçaves e Maria do Rosário Stotz. Todos eles docentes que inspiraram a mente juvenil de nossos escritores na época. Com uma única troca, de Maria do Rosário por Valmir dos Passos.

 

Como era de se prever, o plano não deu certo e o professor Jaci Rocha Gonçalves simplesmente não enviou seu texto prometido. Em Bagaçal, a patota assina um de seus primeiros editoriais, lamentando o caso do não-envio com muita ironia. Sério, esse texto merece uma olhadinha.

 

Em Dezembro do primeiro ano de atividade Gessony faz a primeira mudança de layout. O blog mudou suas fuças uma segunda vez em 2013 <spoiler> antes da saída de Gessony. <spoiler>

2 de dezembro de 2011- Em uma bela tarde de café e cigarro, sem ter sobre o que escrever, situação comum nessas épocas, Nícolas e Gessony conversavam sobre possíveis temas para texto, quando sem mais e sem porquês, ou talvez eu só não lembre, Gessony resolve divulgar seu plano para Nícolas: “Cara, estou pensando em me entrevistar. O que achas?” e recebe a resposta: “Por mim tudo bem. Mas você sabe como você é, né?!”. O diálogo dá origem ao texto "Talvez nem tão inefável."

 

04 de dezembroEstreia de Thaís Teixeira com o texto "Cordas invisíveis". Profissional inquieta, Thaís, adota o Estopim como um filho, trazendo inovações e ascendendo a direção do blog. Não nesse momento, mas é que o texto está longo e eu não lembro direito as datas. Precisamos logo dizer é que ela foi importante para o Estopim, concebendo e trabalhando em novidades como a rádio Estopim, que além de nunca existir, tinha um nome horrível.

 

05 de dezembro - Expulsos por uma segurança da Casvig do pico da montanha do estojo do macaco, sede de épicas reuniões do Estopim, os pequenos escritores se sentem ultrajados e escrevem "Jornalismo embananado". A mãe de Nícolas, que trabalha como segurança, foi fonte da matéria.

 

“A moça estava cumprindo o dever dela. Provavelmente vocês estavam no lugar errado, na hora errada e fazendo coisas erradas. Vocês estão em uma universidade para estudar, para se formarem e não para se divertirem consumindo bebida alcoólica. Eu no lugar dela faria o mesmo e não ia esperar nem cinco minutos para tirar vocês de lá”, afirmou Tatiane.

 

16 de dezembro de 2011- Nícolas e Gessony entrevistam o verdadeiro papai Noel em "Missão Noel".

29 de Janeiro de 2012 - Essa data não tem nada de especial, mais uma estreia qualquer. A graça é que aqui o Estopim ganha sua colunista turista. Além de escrever seus textos de fora do país e sobre viagens, Bruna Carolina era ainda mais turista dentro do que fora do Estopim. Nunca era possível prever quando ela enviaria um texto a tempo.

03 Fevereiro de 2012 - Começou a putaria! O que até então eram alfinetadas nas situações do entorno,  gradualmente, se tornou um jogo de respostas entre os próprios integrantes do Estopim. Daqui em diante, Nícolas e Gessony abrem espaço para falar (mal) abertamente do Estopim, sem contar as vezes que trocavam pilhérias um sobre o outro nos textos. O que não demorou para que outros integrantes resolvessem fazer o mesmo. Mentira. Demorou sim. Poucos aderiram a essa prática na verdade.

A sequência de textos deixa claro:
03/02 - Dossiê Estopim - Para você continuar sem entender

06/02 - Dossiê Estopim - Toda ação gera uma reação

10/02 - Dois leões, uma só caixa d’água

12/02 - Arretado

 

Nícolas e Gessony não podiam ver um buraco na semana que já resolviam mandar um texto de improviso. Os quais só os dois entendiam.

 

Em Fevereiro também há a tentativa de Gessony de criar a tirinha As Pragas para o Estopim. As tirinhas, que não deram certo devido a inabilidade de Gessony de conseguir passar as ideias em poucos quadros, contava com os personagens Osvaldo Blatário, a barata; Adamastor Topolino, o rato; Saccharina Lekoshenko, a traça; Briba, a lagartixa, e,  José Mabuia, a mosca.

25 de Fevereiro de 2012 - Rafaela escreve "De onde surgiu a soja". Segundo texto mais lido da história do blog.

15 de Fevereiro de 2012 - Bianca Queda é acusada de plágio nos comentários.
 

02 de Maio de 2012 - O subtítulo diz tudo “Pois editorial na página principal é terra de tapar buraco”

 

04 de Maio de 2012 - Primeira poesia do Estopim, com um título bem saidinho. "Ao Leitor".

14 de Maio de 2012 - Entra no ar a segunda semana com professores, que abre com essa pérola.

2 de Março de 2012 - Gessony tenta chamar atenção para a extinção da censura prévia no Brasil... Ninguém viu!

Sim! Ele escreveu em branco em uma página branca, mas o pior é que ele não entendeu que isso não funcionava e se aproveitou da ideia em um texto um pouco menos de um mês depois. "A página em branco".

 

13 de Março de 2012 - Uma leitora denominada Fernanda, que não sabemos quem é, resume toda a carreira do colunista Adilson no seguinte comentário: “Caramba, Adilson! Que isso! Qta asneira de uma vez só!...”

Abril. Ah, Abril. Nesse mês o Estopim começa a se apropriar da sua crescente estética suja, com direito a um pequeno inseto que andava pela tela do site e enganava os poucos leitores. Fato verídico com direito a registro nos comentários no dia 04 desse mês.

 

28 de Maio e 01 de Junho de 2012 - Nícolas e Gessony, após uma reunião alcóolica em uma madrugada de sábado qualquer, resolvem que para o blog poder funcionar eles têm que mandar na porra toda, e assim, anunciam nessas datas que não mais escreverão no Estopim, ficando só na gerência. Dura pouco. O primeiro buraco surge e, como de praxe, lá vai o Nícolas e o Gessony tapar.

Em Julho nasce a emblemática Coluna da Zona, ideia que vinha junto do nome genial e que tinha como pai Leonardo Contin. A página especial do Estopim pretendia fazer matérias e entrevistas sobre as eleições em Florianópolis.

Em Julho de 2012, o Estopim rodou sua primeira versão no formato impresso. Na verdade, em formato de jornal bandeja. A publicação foi distribuída na praça de alimentação da Unisul Pedra Branca.

02 de agosto de 2012 - Os administradores do Portal Unisul Hoje tiram o blog Estopim dos destaques do site. Inicia-se uma rebelião sem precedentes. Nícolas telefona às pressas para Gessony e, após rápida discussão, eles decidem que algo assim não poderia passar em branco. Resolvem produzir um texto denunciando a falcatrua. Correndo contra o tempo para não perder esse furo, o texto, escrito a quatro mãos, Aqui jaz Estopim chega aos olhos dos administradores do portal da Unisul. Repentinamente, Nícolas recebe um telefonema inquisidor. Do outro lado da linha, a jornalista Cilene Macedo queria entender o porquê de tanta agressividade e pedia que o texto fosse tirado do ar. A maior das reclamações era o fato de chamarmos o portal, veículo chapa branca da Universidade, de Unisul Ontem. Coisa que fazíamos desde a origem do blog. A alta cúpula do Estopim recusa o pedido de retirar a postagem do ar e, dessa vez, o pica grossa do Unisul Ontem, Laudelino José Sardá, promete:

 

“Tirem o texto do ar que nós colocamos vocês de volta nos destaques”.

“Não podemos. Seria uma traição aos nossos leitores. O texto fica!”.


E ficou! E foi assim que nunca mais voltamos para os destaques do Unisul Ontem. Estavamos lá, mas não nos destaques.

 

Agosto é o mês da curta vida da Etv. Sim! A televisão do Estopim encabeçada por Rafaela Bernardino, ou seja, o vídeo de abertura, sem sentido, com os próprios colunistas e as inúmeras ideias não realizáveis. A iniciativa não durou, mas ajudou a Coluna da Zona publicando entrevistas com os candidatos da prefeitura de Florianópolis em 2012.

O GOLPE

 

Meados, mais para o final, de Agosto de 2012. Nessa época o fundador e encabeçador do Estopim, Nícolas David, estava em um período de constante neura sobre o futuro blog. Anúncios, patrocínio, impressões, jornal bandeja, qualidade e o escambau, tanta coisa misturada a sua neura que já estava enchendo o saco dos outros membros da cúpula estopiniana, ou seja, o Gessony.

 

Gessony bola um plano no qual conversa com Nícolas sobre dividir as funções de administração do blog, e chamar para a diretoria os membros Thaís Teixeira e Bianca Queda. Porém, o plano real não era somente esse. Tendo se reunido previamente com as duas, que também eram afetadas pela chatice nicoliana, Gessony planeja, na verdade, um golpe de estado em Nícolas. Após a aprovação das duas na diretoria seria feita uma reunião para o afastamento de Nícolas. Deu errado!

 

Thaís Teixeira, cônjuge de Nícolas na época, acaba por romper o relacionamento. A merda respinga. Bianca ainda não tinha subido à diretoria e o plano estava indo para as cucuias. Gessony e Nícolas têm uma conversa na qual se emputecem e quebram os canecos. Gessony anuncia a pretensão do golpe e Nícolas resolve sair, ficando somente como colunista do Estopim, com primeiro texto em 13 de setembro.

 

Em poucos meses a bagaça se resolve e Nícolas volta, agora mais tranquilo, para a gerência do Estopim juntamente com Gessony e Bianca. Essa, por sua vez, não sei em que momento desistiu do querido estopa, provavelmente um tempo após a saída de Gessony.

 

Vale lembrar as palavras de Bianca Queda em Dossiê Estopim - A gestão colaborativa corrupta. Em 04 de outubro de 2012.

 

“Desde o pré-projeto desse famigerado veículo até a data de seu aniversário, raras vezes houve transparência em sua administração.”

03 de outubro de 2012 - Quando completou um ano, o Estopim fez uma segunda edição do jornal bandeja. Depois de ler esta edição, o então aluno do curso de Jornalismo da Unisul, Felipe Kreusch, hoje repórter da Ric TV Record, liga para a Coordenação do curso devido a uma oferta falsa, em nossa seção de Desclassificados, sobre um saco de pilhas usadas.

  

Na primeira semana de Outubro o Estopim faz um novo Especial com dois autores por textos. Além da clássica parceria já tanto citada aqui, Nícolas e Gessony, com uma entrevista que tentava descobrir a origem do Estopim, tivemos também a participação especial de um dos fundadores, Luís Cavalcanti. Na segunda semana, já saímos com a anual semana dos professores, a qual dessa vez tivemos não somente o boicote de Jaci, mas de outros dois professores. Nessas épocas a coisa já estava degringolando...

Em Dezembro nova mudança de layout com direito a atualizações com pequenos operários retirando o antigo layout do ar.

Após a reforma, no ano de 2013, depois de um intenso crescente de colunistas do ano anterior, o Estopim retorna em uma formação enxuta e constante, tentando se utilizar de seus melhores recursos, tendo Nícolas David, Leonardo Contin, Bianca Queda, Rafaela Bernardino, Thaís Teixeira, Gessony Pawlick, Felipe Kowalski e Ricardo Toledo. Essa foi a época de maior número de comentários no blog.

 

28 de Fevereiro de 2013 - Gessony, que subia as publicações no blog, resolve, simplesmente, sair do Estopim anunciando diretamente na publicação de sua coluna, em Dossiê Estopim - O último golpe. Vale ressaltar que na semana em questão o infeliz viajava e estava sem comunicação.

Era pós Gessony

O Estopim inicia uma nova era. Surgem iniciativas como O faísca, coluna de humor do Estopim.

 

A coluna Liceu de Ideias convida professores a terem espaço fixo. Raquel Wandelli, Luciano Bitencourt, Claudia Reis e Antunes Severo encaram a nobre missão. Jaci não foi convidado. A esta altura, eles já tinham aprendido com o passado.

 

No pacote de reformulação nascem as colunas de esporte do Estopim. Destaque para Coluna de Quinta, de Tiago Menezes.


Esse período é marcado por muitas estreias de colunistas. O Estopim tentava reencontrar com seu eixo. João Palaia assume a direção de arte e o blog tem nova mudança de layout. Juan F. Garces, Fernando Schweitzer, Rafael Medici, Ana Maria Ghizzo, Bryan Lacerda, Cristina Souza, Camila Albuquerque estreiam como colunistas, e não há resquícios dos primeiros integrantes. Restam apenas Nícolas David e Rafaela Bernardino compartilhando a presidência.

2014 - Improviso provisório

A Agência Token Ac desenha a nova-velha identidade visual do Estopim. O acordo previa também a programação de um site. O contrato, nunca assinado, foi rasgado, mas o logotipo ficou.

O Estopim migra para o Facebook em caráter provisório. O conteúdo deixa de ser publicado no blog e vai na íntegra para a rede social.

 

Estreiam as colunas de crônica de Mariana Smânia e Isadora Satie.

 

O Estopim passa a ter foco em reportagens, entrevistas e na cobertura das manifestações de rua de Florianópolis.

A terceira e última edição do jornal Bandeja Estopim, que rolou lá nas férias de final de ano, "contrata" o professor Jaci Rocha  Gonçalves para uma "campanha" de divulgação.


Veja que bela reconciliação, veja que sorriso sincero, que rabo de cavalo estiloso. Veja esse pão com peito de peru e esse queijo colonial. Veja quanta gente na praça de alimentação.

 

2015 - A porra tá ficando sÉria

 

O Estopim concorre com portais de todo o Brasil por incentivos públicos. O edital Pontos de Mídia Livre, do Ministério da Cultura, premiaria iniciativas de mídia independente. Para atingir a premiação, seriam necessários 60 pontos. O Estopim soma 52,5 e amarga a desclassificação.

Em busca de um modelo de negócios

Sentindo que não havia progresso com o Estopim, Nícolas convida o amigo e estudante de administração Igor Petter e Rafaela Bernardino, já presidenta, para iniciarem uma sociedade e trilharem o caminho de uma empresa. Eles faziam muitas reuniões regadas a café e chopp nos shoppings da cidade.

 

Na tentativa de tornar o projeto uma empresa, com CNPJ e tudo, o Estopim foi parar dentro de um modelo de negócio CANVAS.


A sociedade ia bem, mas definha lentamente depois de um desentendimento entre Igor e Rafaela. Depois de divergirem sobre como as mulheres devem ser tratadas (não se sabe como chegaram neste assunto, porque a ida ao bar era para falar sobre o Estopim e integrar os sócios) iam num climão de enterro, no mesmo carro deixar Nícolas em casa. No final da viagem, o pneu do carro furou. A vida lhes trouxe uma lição sobre união nos momentos mais difíceis. Mas não adiantou. A sociedade se desfez.

2016 - Site a caminho 

 

A agência pública inclui o Estopim no mapa do Jornalismo Independente com iniciativas de mídia independente de todo país.


Na Unisul, Nícolas busca novos tripulantes para a nave Estopim.

 

 

 

 

 

 

Alunos das fases iniciais do curso de jornalismo da Unisul participam de um grupo de estudos. Alguns passam a integrar a redação a partir dali. Outros completam a equipe indicados pelos professores da Unisul. Começam a fazer parte do projeto, Maria Luiza de Sousa, Gabriela Ferrarez, Bianca Taranti, Ana Schoeller, Tiago Damos, Laura Manchein e Afonso Bueno Jr.

Nesse mesmo ano, Philipi Navrocki e Nícolas trabalham para arrecadar fundos para o Estopim. Foram definidas estratégias para arrecadar através do jornal bandeja. Seriam dois produtos. O Estopim funcionando como um jornal independente e sem nenhuma forma de arrecadação e o jornal bandeja, que não levaria o nome Estopim, seria outro produto, mas algo voltado aos jovens. O segundo sustentaria o primeiro. Caso trabalhassem mais nesta ideia, provavelmente a coisa vingaria. Mas, Nícolas passa a integrar a assessoria de uma campanha política e se afasta do Estopim.

Um longo hiato de publicações. A pouca atividade do Estopim se limita a entrevistas na área de cultura. Isso porque o editor fundador do Estopim começou a trabalhar em uma assessoria política e considerou que seria inconveniente atuar numa mídia independente e ao mesmo tempo alinhado a um mandato. A ética do jornalismo silenciou o Estopim nos assuntos de política.

Começa aqui também a se desenhar uma velha parceria de Nícolas. Um antigo escritor tem suas crônicas publicadas na página do Facebook do Estopim.

2017 - Caralho! Não é que saiu o site?

Inspirado por uma das primeiras ilustrações do Estopim, produzida em 2012 para o jornal bandeja, Nícolas resolve arrecadar fundos para que o tão aguardado site possa existir. Com o jornalismo mal pagando as contas, ele arruma uns bico como garçom. 

Enquanto a redação do Estopim ficava na concentração, produzindo as reportagens para a aguardada apoteose, Philipi Navrocki iniciava o desenvolvimento do layout do site.

 

Nícolas resolve recuperar o cunho artístico no novo Estopim e convida Gessony para ilustrar as matérias de capa do site. Como nem tudo são flores, Gessony aceita. E além disso, entra com sua velha coluna no novo Estopim. 

 

A dupla se refez e a insanidade voltou junto. Na loucura de reconstruir a história do Estopim, a empolgação bateu e eles atravessam Navrocki. A cena se repete: Gessony faz todo o layout do site enquanto Nícolas balbuciava uma ou outra coisa.

A História Continua...
2017
A explosiva poética esférica de 2017

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história Estopim Coleivo Jornalism independente Florianópolis

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Tiago Menezes

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