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1 Nov 2019

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Valoriza cultura? Conheça Maçã Podre, exibido em 25 de setembro no Teatro da UBRO, em Florianópolis, a peça foi uma das atrações do 24° Festival Isnard Azevedo. No post, você pode ouvir entrevistas com Mariana Corale, diretora da peça, e Ricardo Goulart, um dos atores.

13 Sep 2018

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"E a faca, tá bem?" Perguntou a moça para os amigos no Facebook. "Agora que tá esfaqueado, o que eu posso fazer?" Poderia ter perguntado o museu. Estes são apenas dois exemplos dos memes gerados pela facada em Bolsonaro. Um acontecimento histórico que lembrou o atentado contra Carlos Lacerda na rua Tonelero e intensificou a crise política que levaria Getúlio Vargas ao suicídio dias depois, em agosto de 1954. Leia a crônica de Livia Columba.

15 Mar 2018

Aos 80 anos, Arlindo já tinha visto muita coisa ao longo da vida. Mas, aos 80 anos, Arlindo não compreendia bem a estranheza de algumas coisas que acabara de ver. Também aos 80 anos, Arlindo não entendia o porquê de algumas discussões inúteis.

11 Dec 2017

Era dia 14 de maio de 1943. Numa de minhas idas diárias ao centro da cidade, no meio dos carros e do intenso fluxo de pessoas na calçada, deparei-me com um fuzuê: caixas de som enormes penduradas nos pontos altos das ruas, embaladas por vozes que pareciam vir do além. Num primeiro momento, o estranhamento veio acompanhado de medo. O que seria essa coisa que acabara de invadir nossa linda e pacata ilha de Florianópolis?

22 Nov 2017

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Entre. Vamos! Deixe-se seduzir. Siga o caminho mais curto. Acredite, simplesmente acredite, e farei seus problemas sumir. Venha futuro aluno sem luz, venha conhecer minhas soluções, atravesse o véu de minha tenda, que lhe prometo minhas melhores argumentações.

31 Oct 2017

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A crônica contemporânea. O assunto do momento. O viés de que todos vêm falando. A idade chegou. E com ela, responsabilidades, medos, angústias e inseguranças que essa fase nos causa.

8 Aug 2017

Armando Boaventura é um político de carreira incólume. Jamais se corrompeu. Foi o candidato da mudança, da renovação e da boa postura em Grunhidos, sua cidade natal. Vitória Boaventura, sua mãe, sempre incentivou o filhão diante das sucessivas derrotas. Envolvido até os dentes em política, como é que Armando nunca cometeu uma canalhice? Qual o segredo? Descubra na crônica “Um político incorruptível”.

27 Jul 2017

O primeiro gatilho foi acordar naquele dia cinza de inverno, seguido do fato de eu ter perdido a porcaria do ônibus que deveria ter pegado. Constantemente a frase “Como tu é irresponsável!” passava na minha cabeça como uma alfinetada do eu contra mim...

11 Jul 2017

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Olho para baixo: reflexo de mágoa na lâmina fria, fincada sobre o esterno que segura, através do aço, a asfixia. Excalibur em minha garganta, gosto de ferro na tosse contida. Pulmões em chama, queimam brônquios em atrofia.

4 Jul 2017

Em algum momento incalculado, a mísera chance de sentir surgiu como uma poeira que a gente não percebe e, de repente, já está ali, cobrindo a escrivaninha. Resta tomar uma atitude: limpar a poeira, que já causou tantas alergias ou, quem sabe, desenvolver uma fórmula para tornar-se imune e conviver com ela? Que metáfora podre! Só consigo pensar em comparações ruins, em enfermidades do corpo e da mente.

21 Jun 2017

Machado de Assis, segundo o Google, completaria 178 anos neste 21 de junho. Reviramos os arquivos do Estopim e encontramos uma crônica publicada em 2012 sobre Memórias Póstumas de Brás Cubas, uma das obras do mais importante autor da literatura brasileira.

14 Jun 2017

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A áspera língua que saliva mel, sente agora o gosto de cinza. E a antes pena preta que com tinta riscava o papel, soprada, encontra-se perdida. Da voz, um ganido torto, uma lembrança do assovio antes cantado. Um rouxinol quase morto. Desplumado.

18 May 2017

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Desejaria boa noite, se isso tivesse algum sentido. Desejaria, a muitos, consolo, se pudesse o ouvido dá-lo como o prometido. Desejaria mais palavras, quem sabe outras línguas, para que o peito surdo se acalmasse, e entendesse que saudade faz parte da vida.

9 Jun 2016

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A minhas costas há um jardim, um átrio pequeno de claraboia aberta, de flores que um dia plantei, de mudas que, sem porquês, surgiram amassadas entre ervas diversas. A minha sala há uma cadeira, há uma mesa, há uma janela. Donde destampada pintam-se paisagens, onde o presente figura-se com histórias incompletas. Mas ao contrário lá de fora, meu vergel está preso ao chão, não se desloca, não corre, não se mexe sem interação.

8 Aug 2013

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Fui comprar uma tapioca e uma senhorinha me atendeu. Ela era pequena e fofinha, do tipo avó que faz bolinho de chuva no domingo. Seus óculos disfarçavam o olhar cansado, e suas mãos ágeis e enrugadas fizeram a melhor tapioca do mundo. Quando falei isso a ela, foi com um sorriso tenro que me agradeceu. Despediu-se falando para que eu ficasse com Deus.

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